Nick me empurrou de leve fazendo-me deitar no sofá, eu não sabia como estáva meu rosto nessa hora, acho que era uma mistura de choque e confusão. Senti meu corpo se contrair involuntariamente quando ele se debruçou sobre mim, tudo isso estáva indo muito rápido para mim. Nick estáva tentando o máximo do ‘vou tirar a cara da Selly?’. Senti a respiração dele em meu pescoço, meu rosto queimou de vergonha.
–– Pára Nick... – eu consegui finalmente dizer. – Você tem... – ele começou a rir no meu ouvido, na verdade ele teve um ataque de risos.
–– Selly você é muito hilária. – ele sentou-se na sua posição normal, tendo um ataque de risos. Eu podia sentir o meu rosto rubro. – Você ta quase roxa. – ele continuou a rir.
–– Seu sem graça, você adora ficar me dando esses sustos! – sentei-me respirando melhor agora.
–– Sustos? – ele levantou uma sobrancelha. – Te assusto é?!
–– É... – cruzei os braços.
Nick não teve tempo de responder, pois seu Iphone tocou novamente. Ele olhou no visor e sua expressão mudou. Sem dizer nada ele se levantou do sofá e saiu deixando-me ali sentada sozinha.
Respirei fundo e passei a mão no meu rosto, às vezes Nick me pegava de surpresa com essas brincadeirinhas dele, mas eu sabia que ele não queria nada comigo, ele amava aquela namorada dele e isso me feria por dentro.
Com dificuldade levantei-me do sofá, quando cheguei perto da porta pude escutar Nick falando ao telefone, ele tinha certa raiva na voz.
–– Sim, são esses mesmo. – ele dizia. – Isso, exatamente o que eu mandei.
–– está tudo bem? – eu disse abrindo a porta o assustando.
–– está sim, por que não estária?
–– Não sei. – eu disse rindo.
(...)
Foi ótimo passar o dia na casa do Nick, a mãe dele foi muito legal comigo, ela preparou uma comida especial para mim. Não pude conhecer o pai do Nick, pois estáva em uma viajem de trabalho. Não pensei que eu fosse me divertir tanto na casa dele, na verdade no começo eu estáva bem apreensiva.
Antes que eu fosse embora Nick me levou para que eu visse a piscina. Era simplesmente incrível, tipo aquelas piscina que você só vê em filmes. Tinha o formato de um peixe e a água era tão cristalina que dava para ver os peixes desenhados no fundo da piscina.
–– Da próxima vez a gente pode mergulhar. – ele disse enquanto sentávamos em uma das espreguiçadeiras.
–– Não, obrigada. – ele me olhou de forma engraçada. – Não sei nadar, não quero me afogar.
–– Eu te ensino. – ele disse como se fosse à coisa mais fácil do mundo. Comecei a rir. – Eu ensino mesmo, é sério. – Nick passou a mão em meu cabelo, tirando um pedaço de papel q estáva enganchado ali. Não sei o que aconteceu, mas nossos olhos se fixaram um no outro e eu não podia parar de olhá-los, eram tão bonitos e brilhantes, inocentes e ousados ao mesmo tempo.
–– O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!
Creditos Danny
Sem comentarios, Sem Fic
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
28
–– Eu ia te acordar. – a voz dele não vacilou por nenhum instante.
–– Ah tá. – olhei para o lado devido ao fato dele ainda me encarar de perto. – Nick... Eu posso levantar?
–– Ah... Foi mal. – ele se sentou normal. – Sua mãe está quase pra chegar, eu vou falar com ela.
–– Não quero incomodar você.
–– Eu já disse que você não incomoda.
(...)
Nick acabou convencendo a minha mãe de me deixar passar o dia na casa dele. Na manhã de sábado levantei cedo, porque é uma dificuldade tomar banho com a perna assim. Peguei um vestido na altura do joelho e coloquei uma rasteirinha, deixei o cabelo solto mesmo e passei um gloss. Quando eu estáva passando perfume Nick entrou no meu quarto, sem bater como sempre.
–– Você nunca bate na porta Nick? – eu disse pegando a muleta.
–– Eu me esqueço. – ele sorriu passando a mão no cabelo. Derreti-me com aquela cena. – Vem Selly, a minha mãe está ai.
Ele me ajudou a ir até a área que ficava no fundo da casa. Senti um enorme nervoso, e se a mãe do Nick não gostasse de mim? Isso me deixou mais do que nervosa.
–– Então você é a Selena. – ela veio em minha direção e me deu um abraço. Ela era muito bonita. Tinha uma aparência elegante. – Você é mais bonita do que o Nick falou. – fiquei vermelha com esse comentário. – E mais tímida também. – todos riram menos eu.
–– Mãe não deixa a Selly sem graça.
–– Desculpa Selly. Eu sou a Denise, mãe do Nick.
–– Prazer Denise. – eu disse sorrindo sem graça.
–– Bem, já que você já vai com eles filha, eu vou ter que ir pro trabalho. – minha mãe finalmente se pronunciou. – Comporte-se.
–– Está bem.
(...)
A casa de Nick era simplesmente enorme, era cercada por um muro alto com cerca elétrica, na frente da casa havia um gramado bonito e bem cuidado, a casa possuía dois andares e no teto da casa havia uma janela que dava para ver o céu. Indo por um corredor ao lado da casa chegava-se a piscina de água cristalina. Parecia casa de filme. Achei melhor guardar meus comentários para mim.
–– Selly querida fique a vontade. – Denise disse subindo as escadas de mármore indo provavelmente para o seu quarto.
–– Por que não me contou antes? – eu disse encarando o chão.
–– Achei que ainda não era o momento. – resolvi que não ia fazer escândalo por Nick não me contar de sua posição social. – Desculpa por isso.
–– Certo... – mordi o lábio inferior. – O que vamos fazer? – ele fez cara de tarado, me fiz de desentendida.
–– Que tal assistirmos um filme?
–– Hm tudo bem.
–– Vamos lá pra sala de TV.
Sim na casa do Nick havia uma sala só para ver TV, havia uns sofás fofos, e várias almofadas bem grandes que estávam espalhadas pelo chão próximo ao sofá, na parede uma estánte enorme com uma TV grande. Assim que entramos na sala percebi que estáva frio, isso devido a uma central de ar que climatizava o ambiente.
–– Espera. – ele foi até o sofá e o puxou o que o fez virar sofá-cama.
–– O-o que está fazendo? – ele me levantou no colo e me colocou no sofá.
–– Te colocando no sofá. – ele fez cara de obvio. – Não ia conseguir subir com essa perna.
Fiquei calada, ele ajeitou uma almofada em baixo da minha perna e pegou um cobertor sentando-se ao meu lado.
–– Deixa ver o que tem na TV. – ele começou a zapear na programação.
A sala estáva fria, peguei o cobertor e cobri minhas pernas, Nick fez o mesmo. Tivemos que dividir o mesmo cobertor já que só havia apenas um. Talvez pra ele aquilo fosse nada, mas para mim era ótimo ter aquele momento com ele, só nos dois. O Iphone dele começou a tocar, ele olhou no visor e desligou.
–– Esse parece ser bom. – ele parou em um filme que estáva começando. – Quer ver?
–– Pode ser.
O filme era até bom. Mais o que me perturbou era que o filme contava a historia de dois amigos que descobriam que estávam apaixonados um pelo outro, fiquei mega constrangido com isso. Tive vontade de sair correndo da sala, até faria isso se eu estivesse com a perna boa. Senti que Nick também estáva um pouco desconfortável com o tema do filme.
Eu achava que não dava pra ficar pior, mas ficou muito pior quando os dois ‘amigos’ resolveram se acertar e acabaram na cama, e não saia daquela cena.
–– Juro que não sabia que tinha isso ai. – Nick disse nervoso.
–– Desde quando esse filme virou... Isso. – eu disse também nervosa.
–– Eu vou mudar. – ele pegou o controle e mudou de canal. – Sério... Eu não sabia.
–– Tudo bem Nick, eu entendi. – eu disse rindo. – Agora ficamos sem o que fazer.
–– Eu sei o que fazer. – ele chegou mais perto de mim. – Vamos repetir o filme.
–– O-o que? – eu gaguejei, ele sempre me dava esse efeito quando começava com essas brincadeirinhas, talvez por isso ele continuasse, pra ver a minha cara de idiota.
Creditos Dany
Sem comentarios, Sem Fic ;)
–– Ah tá. – olhei para o lado devido ao fato dele ainda me encarar de perto. – Nick... Eu posso levantar?
–– Ah... Foi mal. – ele se sentou normal. – Sua mãe está quase pra chegar, eu vou falar com ela.
–– Não quero incomodar você.
–– Eu já disse que você não incomoda.
(...)
Nick acabou convencendo a minha mãe de me deixar passar o dia na casa dele. Na manhã de sábado levantei cedo, porque é uma dificuldade tomar banho com a perna assim. Peguei um vestido na altura do joelho e coloquei uma rasteirinha, deixei o cabelo solto mesmo e passei um gloss. Quando eu estáva passando perfume Nick entrou no meu quarto, sem bater como sempre.
–– Você nunca bate na porta Nick? – eu disse pegando a muleta.
–– Eu me esqueço. – ele sorriu passando a mão no cabelo. Derreti-me com aquela cena. – Vem Selly, a minha mãe está ai.
Ele me ajudou a ir até a área que ficava no fundo da casa. Senti um enorme nervoso, e se a mãe do Nick não gostasse de mim? Isso me deixou mais do que nervosa.
–– Então você é a Selena. – ela veio em minha direção e me deu um abraço. Ela era muito bonita. Tinha uma aparência elegante. – Você é mais bonita do que o Nick falou. – fiquei vermelha com esse comentário. – E mais tímida também. – todos riram menos eu.
–– Mãe não deixa a Selly sem graça.
–– Desculpa Selly. Eu sou a Denise, mãe do Nick.
–– Prazer Denise. – eu disse sorrindo sem graça.
–– Bem, já que você já vai com eles filha, eu vou ter que ir pro trabalho. – minha mãe finalmente se pronunciou. – Comporte-se.
–– Está bem.
(...)
A casa de Nick era simplesmente enorme, era cercada por um muro alto com cerca elétrica, na frente da casa havia um gramado bonito e bem cuidado, a casa possuía dois andares e no teto da casa havia uma janela que dava para ver o céu. Indo por um corredor ao lado da casa chegava-se a piscina de água cristalina. Parecia casa de filme. Achei melhor guardar meus comentários para mim.
–– Selly querida fique a vontade. – Denise disse subindo as escadas de mármore indo provavelmente para o seu quarto.
–– Por que não me contou antes? – eu disse encarando o chão.
–– Achei que ainda não era o momento. – resolvi que não ia fazer escândalo por Nick não me contar de sua posição social. – Desculpa por isso.
–– Certo... – mordi o lábio inferior. – O que vamos fazer? – ele fez cara de tarado, me fiz de desentendida.
–– Que tal assistirmos um filme?
–– Hm tudo bem.
–– Vamos lá pra sala de TV.
Sim na casa do Nick havia uma sala só para ver TV, havia uns sofás fofos, e várias almofadas bem grandes que estávam espalhadas pelo chão próximo ao sofá, na parede uma estánte enorme com uma TV grande. Assim que entramos na sala percebi que estáva frio, isso devido a uma central de ar que climatizava o ambiente.
–– Espera. – ele foi até o sofá e o puxou o que o fez virar sofá-cama.
–– O-o que está fazendo? – ele me levantou no colo e me colocou no sofá.
–– Te colocando no sofá. – ele fez cara de obvio. – Não ia conseguir subir com essa perna.
Fiquei calada, ele ajeitou uma almofada em baixo da minha perna e pegou um cobertor sentando-se ao meu lado.
–– Deixa ver o que tem na TV. – ele começou a zapear na programação.
A sala estáva fria, peguei o cobertor e cobri minhas pernas, Nick fez o mesmo. Tivemos que dividir o mesmo cobertor já que só havia apenas um. Talvez pra ele aquilo fosse nada, mas para mim era ótimo ter aquele momento com ele, só nos dois. O Iphone dele começou a tocar, ele olhou no visor e desligou.
–– Esse parece ser bom. – ele parou em um filme que estáva começando. – Quer ver?
–– Pode ser.
O filme era até bom. Mais o que me perturbou era que o filme contava a historia de dois amigos que descobriam que estávam apaixonados um pelo outro, fiquei mega constrangido com isso. Tive vontade de sair correndo da sala, até faria isso se eu estivesse com a perna boa. Senti que Nick também estáva um pouco desconfortável com o tema do filme.
Eu achava que não dava pra ficar pior, mas ficou muito pior quando os dois ‘amigos’ resolveram se acertar e acabaram na cama, e não saia daquela cena.
–– Juro que não sabia que tinha isso ai. – Nick disse nervoso.
–– Desde quando esse filme virou... Isso. – eu disse também nervosa.
–– Eu vou mudar. – ele pegou o controle e mudou de canal. – Sério... Eu não sabia.
–– Tudo bem Nick, eu entendi. – eu disse rindo. – Agora ficamos sem o que fazer.
–– Eu sei o que fazer. – ele chegou mais perto de mim. – Vamos repetir o filme.
–– O-o que? – eu gaguejei, ele sempre me dava esse efeito quando começava com essas brincadeirinhas, talvez por isso ele continuasse, pra ver a minha cara de idiota.
Creditos Dany
Sem comentarios, Sem Fic ;)
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
27
Encostei a porta do quarto e fui até uma gaveta pegar uma blusa seca, coloquei a muleta encostada na cama e fiquei de pé apoiada mais no pé esquerdo que não estáva imobilizado. Coloquei o cabelo pro lado e comecei a tirar a minha blusa com certa dificuldade.
–– Selly... – ele não continuou a sua frase, ficou parado na porta me encarando. Fiquei estática o olhando também. Foram os cinco segundos mais demorados da minha vida. Ele me olhando e eu sem reação. Finalmente me toquei que estáva só de sutiã e puxei o lençol da cama me tapando. – Desculpa! Eu devia ter batido na porta.
–– Devia mesmo. – meu rosto estáva em brasas. – Pode se virar de costa pra eu por a blusa
–– Ah ta. – ele virou de costa e eu coloquei a minha blusa seca rapidinho.
–– Pronto. – sentei-me na cama. – Era a sua namorada? – mudei de assunto.
–– Era... – ele se sentou também. – Reclamando por que já faz um tempo que a gente não se vê e não namora um pouco.
–– Ah... – varias coisas passaram por minha cabeça. – Acho que é culpa minha. Mais se você quiser ir lá agora você pode ir, sério, eu vou ficar bem aqui.
–– Não vou te deixar aqui sozinha, eu prometi pra sua mãe que ia ficar com você.
–– Minha mãe tinha que te pedir pra vir aqui. – cruzei os braços.
–– Ih não gosta da minha presença é?
–– Não é isso, é que eu não queria te incomodar.
–– Você não me incomoda boba. – ele começou a rir. – Amanhã eu quero que você passe o dia na minha casa.
–– Sua casa? – ele nunca tinha me levado na casa dele ou falado da vida dele. – Acho que minha mãe não vai deixar.
–– Amanhã eu venho te buscar com a minha mãe. – droga ele é esperto. Eu não queria ir a casa dele, deve ser aquelas casa de gente super rica, vou ficar fora do contexto lá. – Eu falo com a sua mãe hoje.
–– Tem certeza que é boa ideia?
–– Sim, já ta na hora de conhecer minha casa. E também minha mãe fica me enchendo pra te conhecer. – nós rimos. – Eu venho amanhã cedo, já que é sábado.
–– Ta okay, você que manda. – encostei-me à cama colocando a perna em um travesseiro. – Agora me passa o meu dever de casa, por favor.
–– Mandona. – ele disse brincando.
(...)
Enquanto eu fazia as minhas tarefas de casa Nick ficou na sala assistindo TV, acabei dormindo enquanto fazia a lição de casa. Eu estáva tendo um sonho tão bom quando senti alguém sentar-se na cama e me observar. Acordei, mas não abri os olhos, com certeza devia ser minha mãe. Senti que passava a mão em meus cabelos, depois senti o perfume do Nick, devia ser ele. Eu queria abrir os olhos e levantar, mas não consegui. Pude sentir que ele se aproximava de mim, foi ai que eu abri os olhos e dei de cara com Nick bem próximo de mim olhando para a minha boca.
–– O-o que-e você ta fazendo? – gaguejei o encarando.
Creditos Danny
Sem Comentarios, Sem Fic
–– Selly... – ele não continuou a sua frase, ficou parado na porta me encarando. Fiquei estática o olhando também. Foram os cinco segundos mais demorados da minha vida. Ele me olhando e eu sem reação. Finalmente me toquei que estáva só de sutiã e puxei o lençol da cama me tapando. – Desculpa! Eu devia ter batido na porta.
–– Devia mesmo. – meu rosto estáva em brasas. – Pode se virar de costa pra eu por a blusa
–– Ah ta. – ele virou de costa e eu coloquei a minha blusa seca rapidinho.
–– Pronto. – sentei-me na cama. – Era a sua namorada? – mudei de assunto.
–– Era... – ele se sentou também. – Reclamando por que já faz um tempo que a gente não se vê e não namora um pouco.
–– Ah... – varias coisas passaram por minha cabeça. – Acho que é culpa minha. Mais se você quiser ir lá agora você pode ir, sério, eu vou ficar bem aqui.
–– Não vou te deixar aqui sozinha, eu prometi pra sua mãe que ia ficar com você.
–– Minha mãe tinha que te pedir pra vir aqui. – cruzei os braços.
–– Ih não gosta da minha presença é?
–– Não é isso, é que eu não queria te incomodar.
–– Você não me incomoda boba. – ele começou a rir. – Amanhã eu quero que você passe o dia na minha casa.
–– Sua casa? – ele nunca tinha me levado na casa dele ou falado da vida dele. – Acho que minha mãe não vai deixar.
–– Amanhã eu venho te buscar com a minha mãe. – droga ele é esperto. Eu não queria ir a casa dele, deve ser aquelas casa de gente super rica, vou ficar fora do contexto lá. – Eu falo com a sua mãe hoje.
–– Tem certeza que é boa ideia?
–– Sim, já ta na hora de conhecer minha casa. E também minha mãe fica me enchendo pra te conhecer. – nós rimos. – Eu venho amanhã cedo, já que é sábado.
–– Ta okay, você que manda. – encostei-me à cama colocando a perna em um travesseiro. – Agora me passa o meu dever de casa, por favor.
–– Mandona. – ele disse brincando.
(...)
Enquanto eu fazia as minhas tarefas de casa Nick ficou na sala assistindo TV, acabei dormindo enquanto fazia a lição de casa. Eu estáva tendo um sonho tão bom quando senti alguém sentar-se na cama e me observar. Acordei, mas não abri os olhos, com certeza devia ser minha mãe. Senti que passava a mão em meus cabelos, depois senti o perfume do Nick, devia ser ele. Eu queria abrir os olhos e levantar, mas não consegui. Pude sentir que ele se aproximava de mim, foi ai que eu abri os olhos e dei de cara com Nick bem próximo de mim olhando para a minha boca.
–– O-o que-e você ta fazendo? – gaguejei o encarando.
Creditos Danny
Sem Comentarios, Sem Fic
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
26
Depois de conseguir tomar banho coloquei um short e uma blusa de alças meio folgada e deitei-me na cama.
–– Oi Selly. – Nick entrou no meu quarto assim que eu tinha acabado de deitar. – Trouxe seus deveres de casa.
–– O que ta fazendo aqui há essa hora? – olhei no relógio, ainda eram 13h00min. – Você vem no final da tarde.
–– Que recepção ein sua chata. – ele se fingiu de ofendido. – Mais eu vim mais cedo porque sua mãe pediu pra eu ficar com você.
–– Não acredito que minha mãe fez isso.
–– Fiz sim. – só falar nela ela aparece. – Não ia te deixar aqui só com a perna desse jeito. – ela arrumou o uniforme. – Agora eu vou indo trabalhar, cuida do meu bebê Nick.
–– Pode deixar eu vou cuidar do bebê. – ele apertou minhas bochechas. Que mico minha mãe me fazendo passar.
Nick foi com minha mãe até o portão. Não acredito que minha mãe tinha ligado pro Nick pra incomodá-lo comigo. Mais o pior não é isso, o pior é que eu vou ficar aqui com o Nick, sozinha.
–– Voltei bebê. – ele fez voz de criança.
–– Para com isso Nick. – fingi ficar emburrada. – Pega água pra mim.
–– Que maldade, eu não sou seu escravo.
–– É sim. Vai logo escravo. – eu brinquei com ele. – To brincando Nick.
–– Eu sei sua boba. – ele sentou na cama.
–– AAII MINHA PERNAA ME MACHUCOU. – ele deu um pulo da cama com uma cara de espantado que me fez rir muito. – Sua cara de espantado Nick, nossa muito hilária. – eu não conseguia parar de rir.
–– Engraçadinha. Você quer rir é? – ele começou a me fazer cócegas me fazendo rir ainda mais.
–– Para Nick, para. – eu mal conseguia falar de tanto rir.
–– Então me beija que eu paro. – automaticamente ele parou de me fazer cócegas e eu parei de rir, ficou aquele clima tenso. – To te zuando Selly. – ele começou a rir. – Vou pegar a sua água.
Eu já estáva acostumada com as piadinhas e brincadeirinhas do Nick, por isso eu nem ficava mais tão eufórica quando ele dizia essas coisas, mas eu não podia deixar de sentir certa emoção.
Nick estáva demorando a voltar então fui ver se ele estáva fazendo um poço pra pegar água. Peguei a muleta e fui até a cozinha, quando cheguei lá Nick estáva no celular.
–– Hoje não da Delta. – ele estáva falando com ela, minhas pernas ficaram fracas, mas eu me segurei e continuei o caminho. – Espera. – ele tapou o celular. – Ai caramba a água.
–– Pode continuar, eu pego. – fui até o bebedor e coloquei um copo de água.
–– Sei que já faz tempo. – ele foi até a porta da cozinha, o que não era muito longe pra eu escutar. – To na mesma situação sua, mas agora não dá. Hoje não dá. – ele suspirou. – Aff Delta deixa de ser criança. – ele revirou os olhos.
Meio distraída acabei derramando água na minha blusa, isso que da ficar prestándo atenção na conversa alheia.
–– Droga. – sacudi a minha blusa.
Fiz sinal para o Nick de que estáva voltando para o quarto, era melhor dar privacidade pra ele conversar com a namorada. Por mais que eu tentasse às vezes eu esquecia que ele tinha uma namorada.
Creditos Danny
Sem comenetarios, Sem Fic ;)
domingo, 2 de fevereiro de 2014
25
–– O QUE ACOTNECEU? – minha mãe veio correndo, eu havia esquecido que ela estáva de folga.
–– Calma mãe. – sentei-me em uma cadeira. – Eu caí e torci o tornozelo, o Nick me levou para o hospital.
–– Foi isso mesmo tia. – ele deu um sorriso. – Não foi nada grave, só torceu o tornozelo mesmo.
–– Você é muito desastrada filha, por sorte o Nick estáva por lá pra te ajudar.
–– Eu peguei um atestádo pra ela, vou deixar no colégio. O médico disse que era pra ela não ir pro colégio. – na verdade ele não disse isso, mas ele adivinhou muito bem que eu não poderia ir assim. Já era difícil com duas pernas boas, imagina com uma ruim? – Eu vou trazer os exercícios pra ela todo dia também.
–– Muito obrigada Nick por cuidar dela. – minha mãe sempre gostou do Nick, desde o dia que eu os apresentei.
“–– Esse bolo está muito bom. – Nick dizia enquanto comia o segundo pedaço de bolo de chocolate da minha mãe. – Minha mãe também gosta de cozinhar, se eu falar desse bolo ela vai querer vir aqui pra aprender como faz.
–– Eu ensino ela sim, a gente podia marcar um dia. – minha mãe respondeu.
–– Claro, eu falo pra ela. – ele terminou de comer o bolo.
–– Bem que a Selena me falou que você era bonito.
–– Mãee!! – eu não sabia onde enfiar a cabeça. Nick apenas sorriu.”
–– Bem eu tenho que ir agora, mas eu volto amanhã. – ele me deu um beijo na testá. Minha mãe o acompanhou até o portão.
(...)
Minha mãe me encheu de perguntas de como aquilo tinha acontecido, eu disse que o chão da escola estáva molhado e eu tinha escorregado e batido com tudo no chão. Precisei fingir bem pra que ela acreditasse, por fim ela me deixou no meu quarto em paz.
Coloquei um travesseiro em baixo da minha perna imobilizada e outros travesseiros pra me apoiar de forma que eu ficasse meio que sentada na cama. Aquela posição me relaxou, peguei um livro e comecei a ler, eu queria esquecer certas cenas que insistiam em voltar a minha mente. Acabei adormecendo com o livro no meu colo.
–– Eu vou pedir mais uns dias de folga. – minha mãe andava pelo quarto. – Não posso te deixar aqui sozinha.
–– Não mãe, eu vou ficar bem. – eu disse pela milésima vez. – Vão acabar te demitindo assim, pode ir trabalhar sossegada. Eu sei me cuidar.
–– Última vez que você falou isso acabou com a perna quase quebrada.
–– Tenso. – ela saiu do quarto com o celular na mão.
Peguei o meu livro de novo enquanto ela falava não sei com quem no celular, nem me importei, ela teria que ir trabalhar mesmo.
(... )
Creditos Dany
Sem Comentarios, Sem Fic ;)
–– Calma mãe. – sentei-me em uma cadeira. – Eu caí e torci o tornozelo, o Nick me levou para o hospital.
–– Foi isso mesmo tia. – ele deu um sorriso. – Não foi nada grave, só torceu o tornozelo mesmo.
–– Você é muito desastrada filha, por sorte o Nick estáva por lá pra te ajudar.
–– Eu peguei um atestádo pra ela, vou deixar no colégio. O médico disse que era pra ela não ir pro colégio. – na verdade ele não disse isso, mas ele adivinhou muito bem que eu não poderia ir assim. Já era difícil com duas pernas boas, imagina com uma ruim? – Eu vou trazer os exercícios pra ela todo dia também.
–– Muito obrigada Nick por cuidar dela. – minha mãe sempre gostou do Nick, desde o dia que eu os apresentei.
“–– Esse bolo está muito bom. – Nick dizia enquanto comia o segundo pedaço de bolo de chocolate da minha mãe. – Minha mãe também gosta de cozinhar, se eu falar desse bolo ela vai querer vir aqui pra aprender como faz.
–– Eu ensino ela sim, a gente podia marcar um dia. – minha mãe respondeu.
–– Claro, eu falo pra ela. – ele terminou de comer o bolo.
–– Bem que a Selena me falou que você era bonito.
–– Mãee!! – eu não sabia onde enfiar a cabeça. Nick apenas sorriu.”
–– Bem eu tenho que ir agora, mas eu volto amanhã. – ele me deu um beijo na testá. Minha mãe o acompanhou até o portão.
(...)
Minha mãe me encheu de perguntas de como aquilo tinha acontecido, eu disse que o chão da escola estáva molhado e eu tinha escorregado e batido com tudo no chão. Precisei fingir bem pra que ela acreditasse, por fim ela me deixou no meu quarto em paz.
Coloquei um travesseiro em baixo da minha perna imobilizada e outros travesseiros pra me apoiar de forma que eu ficasse meio que sentada na cama. Aquela posição me relaxou, peguei um livro e comecei a ler, eu queria esquecer certas cenas que insistiam em voltar a minha mente. Acabei adormecendo com o livro no meu colo.
–– Eu vou pedir mais uns dias de folga. – minha mãe andava pelo quarto. – Não posso te deixar aqui sozinha.
–– Não mãe, eu vou ficar bem. – eu disse pela milésima vez. – Vão acabar te demitindo assim, pode ir trabalhar sossegada. Eu sei me cuidar.
–– Última vez que você falou isso acabou com a perna quase quebrada.
–– Tenso. – ela saiu do quarto com o celular na mão.
Peguei o meu livro de novo enquanto ela falava não sei com quem no celular, nem me importei, ela teria que ir trabalhar mesmo.
(... )
Creditos Dany
Sem Comentarios, Sem Fic ;)
sábado, 1 de fevereiro de 2014
24
(...)
–– Vem Selly. – ele me ajudava a descer do carro.
Assim que desci fiquei estática, ele não podia ter me levado para aquele hospital. O hospital em que estávamos era simplesmente o melhor da cidade, eu não poderia pagar aquele hospital.
–– Nick eu não posso pagar esse hospital, me leva para um hospital publico.
–– Claro que não. Eu te trouxe aqui porque eu vou pagar. – ele fez cara de obvio.
–– Não posso aceitar.
–– Deixa de besteira, nós somos... – ele não continuou.
–– Amigos? – completei.
–– Acho que eu não devo mais ser isso para você.
–– Não devia. Mais mesmo depois de tudo eu te considero meu amigo ainda. – um sorriso se abriu no rosto dele.
–– Então não reclama. – ele me apoiou nele, me levando para dentro do hospital.
–– Mas Nick...
–– Nada de ‘mas’.
(...)
Eu estáva sentada em uma maca em um dos quartos, aquele hospital tinha um ambiente muito diferente dos hospitais públicos. Tudo estáva bem decorado e harmonioso.
O médico já havia me atendido, eu não havia quebrado o pé só havia tido uma torção grave no tornozelo, o que me deixaria andando de muletas por algumas semanas. Colocaram-me uma bota ortopédica já que não era o caso de fratura, agradeci mentalmente por não ter que usar um gesso. Nick e eu mentimos que eu havia caído e torcido o pé, o médico desconfiou um pouco mais não questionou.
–– Bem... – o médico entrou no quarto acompanhado por Nick. – Você não pode fazer muito esforço para não piorar isso, daqui umas três semanas deve estár recuperada.
–– Doutor pode me dar um atestádo? – Nick perguntou ao médico.
–– Claro, vou pegar um atestádo pra sua namorada. – minha face ficou rubra instantaneamente.
–– Na verdade ela é minha amiga. – Nick o corrigiu.
–– Ah desculpe. Eu vou buscar o atestádo. – ele saiu do quarto deixando-nos a sós.
Nick sentou-se na maca ao meu lado olhando-me intensamente, quando os olhos dele estávam sobre mim eu sentia como se uma descarga elétrica atravessasse todo o meu corpo, também sentia toda a minha pele queimar como brasa.
–– O que foi? – perguntei sem graça.
–– Tem certeza que não quer contar a verdade? – ele segurou minha mão.
–– Sim, é melhor assim. – abaixei a cabeça.
–– Se você quer assim. – senti os dedos dele acariciar a minha mão, aquilo me tirou o ar. – está se sentindo melhor?
–– Sim. Obrigada Nick, por tudo. – ele passou a mão no meu cabelo.
–– Aqui está o atestádo. – Nick deu um pulo pra longe de mim. – Eu atrapalhei?
–– Bem o atestádo está aqui. – ele entregou nas mãos do Nick. – Você já pode ir para casa.
–– Obrigada doutor. – Nick me ajudou a descer da maca e depois me entregou duas muletas daquelas curtas que apóia no cotovelo.
Consegui ir caminhando para o carro, mas meu tornozelo ainda doía mesmo imobilizado. Nick me levou para casa, assim que ele parou o carro metade da rua ficou olhando. Todos comentavam do carro, do Nick, o que estávamos fazendo juntos e porque eu estáva com a perna imobilizada. Simplesmente todos ali eram fofoqueiros.
Creditos Danny
Sem Cometarios, Sem Fic ;)
–– Vem Selly. – ele me ajudava a descer do carro.
Assim que desci fiquei estática, ele não podia ter me levado para aquele hospital. O hospital em que estávamos era simplesmente o melhor da cidade, eu não poderia pagar aquele hospital.
–– Nick eu não posso pagar esse hospital, me leva para um hospital publico.
–– Claro que não. Eu te trouxe aqui porque eu vou pagar. – ele fez cara de obvio.
–– Não posso aceitar.
–– Deixa de besteira, nós somos... – ele não continuou.
–– Amigos? – completei.
–– Acho que eu não devo mais ser isso para você.
–– Não devia. Mais mesmo depois de tudo eu te considero meu amigo ainda. – um sorriso se abriu no rosto dele.
–– Então não reclama. – ele me apoiou nele, me levando para dentro do hospital.
–– Mas Nick...
–– Nada de ‘mas’.
(...)
Eu estáva sentada em uma maca em um dos quartos, aquele hospital tinha um ambiente muito diferente dos hospitais públicos. Tudo estáva bem decorado e harmonioso.
O médico já havia me atendido, eu não havia quebrado o pé só havia tido uma torção grave no tornozelo, o que me deixaria andando de muletas por algumas semanas. Colocaram-me uma bota ortopédica já que não era o caso de fratura, agradeci mentalmente por não ter que usar um gesso. Nick e eu mentimos que eu havia caído e torcido o pé, o médico desconfiou um pouco mais não questionou.
–– Bem... – o médico entrou no quarto acompanhado por Nick. – Você não pode fazer muito esforço para não piorar isso, daqui umas três semanas deve estár recuperada.
–– Doutor pode me dar um atestádo? – Nick perguntou ao médico.
–– Claro, vou pegar um atestádo pra sua namorada. – minha face ficou rubra instantaneamente.
–– Na verdade ela é minha amiga. – Nick o corrigiu.
–– Ah desculpe. Eu vou buscar o atestádo. – ele saiu do quarto deixando-nos a sós.
Nick sentou-se na maca ao meu lado olhando-me intensamente, quando os olhos dele estávam sobre mim eu sentia como se uma descarga elétrica atravessasse todo o meu corpo, também sentia toda a minha pele queimar como brasa.
–– O que foi? – perguntei sem graça.
–– Tem certeza que não quer contar a verdade? – ele segurou minha mão.
–– Sim, é melhor assim. – abaixei a cabeça.
–– Se você quer assim. – senti os dedos dele acariciar a minha mão, aquilo me tirou o ar. – está se sentindo melhor?
–– Sim. Obrigada Nick, por tudo. – ele passou a mão no meu cabelo.
–– Aqui está o atestádo. – Nick deu um pulo pra longe de mim. – Eu atrapalhei?
–– Bem o atestádo está aqui. – ele entregou nas mãos do Nick. – Você já pode ir para casa.
–– Obrigada doutor. – Nick me ajudou a descer da maca e depois me entregou duas muletas daquelas curtas que apóia no cotovelo.
Consegui ir caminhando para o carro, mas meu tornozelo ainda doía mesmo imobilizado. Nick me levou para casa, assim que ele parou o carro metade da rua ficou olhando. Todos comentavam do carro, do Nick, o que estávamos fazendo juntos e porque eu estáva com a perna imobilizada. Simplesmente todos ali eram fofoqueiros.
Creditos Danny
Sem Cometarios, Sem Fic ;)
23
(...)
Meu tornozelo doía muito, era uma dor cortante eu tinha vontade de gritar. Sentei-me arrumando a minha blusa e limpando as lágrimas em meu rosto. Nick estáva de pé, o rosto dele não estáva muito machucado, só tinha um pequeno inchado logo abaixo do olho direito.
–– Selly me desculpa. – ele veio em minha direção e se abaixou ao meu lado me apoiando nele.
–– Não tenho do que te desculpar. Tenho que agradecer. – o abracei com força, foi mais um impulso. – Se você não tivesse chegado... – eu não consegui continuar a frase.
–– Se eu não tivesse te deixado eu estária aqui desde o começo. – ele enxugou minhas lágrimas. – Você está bem?
–– Meu tornozelo, está doendo. – ele pegou no meu tornozelo o que me fez gemer de dor.
–– Acho que não está quebrado. – ele foi até onde minha blusa de frio estáva jogada e a pegou. – Eu vou te levar para o hospital.
Eu não tive tempo nem de pensar quando o senti me levantar do chão me pegando no colo, senti meu rosto arder, ele me apertou contra o seu peito, senti-me tão segura nos braços dele.
Saímos pelos fundos da escola para não chamar a atenção de ninguém, ele caminhou comigo em seus braços até um carro preto, o tal carro que as garotas falavam só podia ser esse, um porsche. A pintura preta reluzia com a luz fraca do sol que entrava pelas nuvens carregadas. Eu nunca pensei que andaria em um carro como esse.
Ele me colocou no chão para abrir a porta do carro. Sentei-me no banco do passageiro com a ajuda dele, meu tornozelo doía muito. Não demorou muito ele abriu a porta do lado do motorista e entrou.
–– O meu material. – lembrei-me de minhas coisas que ainda estávam na sala.
–– Fica ai dentro do carro, eu vou pegar. – ele fechou a porta e depois a abriu novamente. – Trava a porta.
–– Okay.
Não demorou muito ele voltou e colocou os meus matérias e os dele no banco de trás do carro, entrando no mesmo em seguida.
–– Eles não ti fizeram nada, não é? – ele disse apertando o volante com força.
–– Não. Você chegou a tempo. – eu agradeci mentalmente.
Nick não respondeu nada, apenas pisou fundo no acelerador. Aquele carro não andava, praticamente voava sobre o asfalto.
–– Nick você precisa me prometer que não vai contar isso para ninguém. – eu disse o olhando.
–– Como não? Olha o seu estádo, eles precisam pagar.
–– Nick eu não quero fazer a minha mãe passar por isso, ela não pode saber. Prometa-me que não vai contar.
–– Eu não sei...
–– Por favor.
–– Tudo bem, eu não vou contar. – ele suspirou. – Mais como vai explicar a sua perna?
–– Eu vou dizer que caí. – ele freou o carro no semáforo.
–– E enquanto a isso? – ele apontou para as marcas roxas em meu braço. – Vai dizer o que?
–– Que foi por causa da queda. – olhei para os meus braços, tinha alguns pontos roxos ali.
–– Aquele filho da mãe. – ele praguejou enquanto acelerou o carro.
Creditos Dany
Gattonas Sem Comentarios, Sem Fic ;)
Meu tornozelo doía muito, era uma dor cortante eu tinha vontade de gritar. Sentei-me arrumando a minha blusa e limpando as lágrimas em meu rosto. Nick estáva de pé, o rosto dele não estáva muito machucado, só tinha um pequeno inchado logo abaixo do olho direito.
–– Selly me desculpa. – ele veio em minha direção e se abaixou ao meu lado me apoiando nele.
–– Não tenho do que te desculpar. Tenho que agradecer. – o abracei com força, foi mais um impulso. – Se você não tivesse chegado... – eu não consegui continuar a frase.
–– Se eu não tivesse te deixado eu estária aqui desde o começo. – ele enxugou minhas lágrimas. – Você está bem?
–– Meu tornozelo, está doendo. – ele pegou no meu tornozelo o que me fez gemer de dor.
–– Acho que não está quebrado. – ele foi até onde minha blusa de frio estáva jogada e a pegou. – Eu vou te levar para o hospital.
Eu não tive tempo nem de pensar quando o senti me levantar do chão me pegando no colo, senti meu rosto arder, ele me apertou contra o seu peito, senti-me tão segura nos braços dele.
Saímos pelos fundos da escola para não chamar a atenção de ninguém, ele caminhou comigo em seus braços até um carro preto, o tal carro que as garotas falavam só podia ser esse, um porsche. A pintura preta reluzia com a luz fraca do sol que entrava pelas nuvens carregadas. Eu nunca pensei que andaria em um carro como esse.
Ele me colocou no chão para abrir a porta do carro. Sentei-me no banco do passageiro com a ajuda dele, meu tornozelo doía muito. Não demorou muito ele abriu a porta do lado do motorista e entrou.
–– O meu material. – lembrei-me de minhas coisas que ainda estávam na sala.
–– Fica ai dentro do carro, eu vou pegar. – ele fechou a porta e depois a abriu novamente. – Trava a porta.
–– Okay.
Não demorou muito ele voltou e colocou os meus matérias e os dele no banco de trás do carro, entrando no mesmo em seguida.
–– Eles não ti fizeram nada, não é? – ele disse apertando o volante com força.
–– Não. Você chegou a tempo. – eu agradeci mentalmente.
Nick não respondeu nada, apenas pisou fundo no acelerador. Aquele carro não andava, praticamente voava sobre o asfalto.
–– Nick você precisa me prometer que não vai contar isso para ninguém. – eu disse o olhando.
–– Como não? Olha o seu estádo, eles precisam pagar.
–– Nick eu não quero fazer a minha mãe passar por isso, ela não pode saber. Prometa-me que não vai contar.
–– Eu não sei...
–– Por favor.
–– Tudo bem, eu não vou contar. – ele suspirou. – Mais como vai explicar a sua perna?
–– Eu vou dizer que caí. – ele freou o carro no semáforo.
–– E enquanto a isso? – ele apontou para as marcas roxas em meu braço. – Vai dizer o que?
–– Que foi por causa da queda. – olhei para os meus braços, tinha alguns pontos roxos ali.
–– Aquele filho da mãe. – ele praguejou enquanto acelerou o carro.
Creditos Dany
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